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Idosa de 74 anos foi encontrada morta pelo próprio filho dentro de casa no Centro de Rio das Antas, no Meio-Oeste de Santa Catarina. O caso, registrado nesta quinta-feira (8), levanta dúvidas sobre as circunstâncias do óbito, especialmente por causa de um ferimento visível no rosto da vítima. Você já parou para pensar como uma rotina simples pode virar tragédia em instantes?
O que aconteceu na residência da Rua Estéfano Bonet
Tudo começou por volta das 13h49, quando o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina foi acionado para uma ocorrência de atendimento pré-hospitalar. O chamado veio de uma casa na Rua Estéfano Bonet, no coração do Centro de Rio das Antas, uma cidade tranquila no Meio-Oeste catarinense conhecida por sua calmaria.
Ao chegar ao local, os bombeiros encontraram a idosa já sem sinais vitais, caída em decúbito lateral direito no corredor da residência. O filho da vítima, que mora na mesma casa, contou que saiu do quarto e deparou com a mãe desacordada, sem qualquer resposta. "Ele relatou que a encontrou caída no corredor", conforme o boletim oficial dos bombeiros, disponível no site do G1.
Essa narrativa inicial do filho é crucial para a investigação. Mas o que leva uma pessoa a cair assim? Acidentes domésticos são comuns entre idosos – quedas representam cerca de 30% das mortes nessa faixa etária no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda assim, o ferimento chamou atenção imediata.
Ferimento no rosto e procedimentos iniciais
Os socorristas observaram um corte contuso na região direita do rosto da idosa. Esse tipo de lesão, descrita como "contuso", sugere impacto com trauma, mas só exames periciais vão esclarecer se foi causa ou consequência da queda. Sem sinais vitais, o óbito foi confirmado no local, e a área foi isolada para preservar vestígios.
Em casos como esse, o protocolo é rígido: nada é removido ou alterado até a chegada das autoridades. Isso evita contaminação de provas e garante uma apuração precisa. Para famílias, o isolamento prolonga a angústia – imagine o filho ali, esperando respostas enquanto a casa fica lacrada.
Investigação da Polícia Civil em andamento
A Polícia Civil e a Polícia Científica de Santa Catarina foram acionadas para os procedimentos legais cabíveis. Eles vão remover o corpo para necropsia e analisar a cena em busca de pistas sobre o que levou à morte. Pode ter sido um acidente banal, como escorregar no piso molhado, ou algo mais? A investigação vai determinar.
Rio das Antas, com seus pouco mais de 9 mil habitantes (IBGE, Censo 2022), não costuma registrar casos assim no Centro. Isso reforça a importância de perícias rápidas para tranquilizar a comunidade. Enquanto isso, a família lida com o luto e a incerteza.
Casos semelhantes no estado lembram a vulnerabilidade dos idosos: em 2024, Santa Catarina registrou mais de 1.200 óbitos por quedas acidentais, conforme relatório da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SC). Prevenir é chave – instale corrimãos, ilumine corredores e incentive consultas regulares. Na prática, uma simples adaptação na casa pode salvar vidas.
O que você faz para proteger idosos em casa? Essa tragédia em Rio das Antas serve de alerta para todos.

