Nesta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, dá o pontapé inicial para uma obra que promete aliviar a superlotação no sistema prisional do Sul do estado. A assinatura da ordem de serviço para o novo presídio de Araranguá acontece às 9h, no Centro Multiuso, e marca um investimento de R$ 54,44 milhões. Mas o que isso significa na prática para a população local e para a segurança pública? Vamos aos detalhes.

Detalhes da obra e capacidade ampliada

O novo complexo prisional será construído no mesmo terreno da unidade atual, em Araranguá, com uma área total de 10.477,60 metros quadrados. Ele vai ampliar a capacidade para 686 vagas, atendendo às demandas urgentes da política penitenciária estadual, conforme noticiado pelo G1. O prazo de execução é de 31 meses, o que deve entregar a estrutura pronta até o fim de 2028.

Um dos pontos fortes do projeto são os espaços dedicados a atividades laborais para as pessoas privadas de liberdade. Na prática, isso significa oportunidades de trabalho e reintegração social, reduzindo a reincidência criminal – um desafio comum em presídios superlotados. Você já parou para pensar como ambientes assim podem mudar o ciclo da criminalidade em comunidades menores como Araranguá?

Programa maior: Administração prisional levada a sério

Essa iniciativa faz parte do programa "Administração Prisional Levada a Sério", que planeja criar 9.500 novas vagas em todo o sistema prisional de Santa Catarina. A secretária de Estado da Justiça e Reintegração Social, Danielle Amorim Silva, participa da cerimônia, reforçando o compromisso do governo com uma gestão mais eficiente e humanizada.

Dados oficiais do governo indicam que obras como essa respondem a uma necessidade real: o sistema prisional catarinense enfrenta pressão por mais vagas seguras e estruturadas. Fontes como o G1 destacam que o foco em laboralidade segue diretrizes nacionais, promovendo ressocialização sem sensacionalismos.

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