Resumo

A iniciativa protege a propriedade intelectual da Chapecoense. Policiais atuam infiltrados e em viaturas ostensivas para coibir o comércio ilegal de mercadorias piratas, garantindo que os lucros oficiais permaneçam com a instituição e combatendo crimes de propriedade industrial no entorno do estádio.

Fiscalização contra produtos falsificados

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) iniciou, na noite desta quarta-feira, uma operação contínua na Arena Condá, em Chapecó, para combater a comercialização de produtos falsificados da Associação Chapecoense de Futebol. Segundo o portal ClicRDC, a presença policial será mantida durante as partidas dos campeonatos Brasileiro e Catarinense, focando na prevenção de crimes contra o patrimônio imaterial do clube.

Atuação da força-tarefa

A ofensiva mobiliza policiais civis em viaturas ostensivas e equipes veladas (descaracterizadas). O objetivo principal é a prisão em flagrante de indivíduos que exponham, vendam ou armazenem objetos piratas cujos direitos econômicos pertencem exclusivamente à marca da Chapecoense. Conforme as autoridades, a fiscalização abrange desde a venda de camisetas até acessórios diversos relacionados à identidade visual da equipe.

  • Uso de equipes infiltradas para identificar depósitos e vendedores.
  • Monitoramento constante nos arredores da Arena Condá em dias de jogos.
  • Foco na repressão à violação de direitos de marca e propriedade industrial.

A estratégia visa assegurar que a arrecadação oficial do clube não seja prejudicada pelo mercado paralelo, além de garantir que o torcedor não seja enganado por produtos de baixa qualidade. A PCSC reforça que a ação terá caráter permanente durante todo o calendário esportivo da temporada em Chapecó.