Navios carregados de arroz são impedidos de descarregar em Imbituba

Produto precisa receber tratamento químico para reavaliação

Duas cargas, uma de 19,6 e outra de 18,7 toneladas de arroz em casca vinda da Guiana estão paradas em navios no porto do Sul do estado desde sábado, dia 14.

O Ministério da Agricultura identificou os insetos vivos em ambos os carregamentos  impedindo o início da operação portuária.

Seguindo o protocolo do Ministério da Agricultura, todas as cargas devem receber tratamento químico para a eliminação dos insetos. Depois de (no mínimo) 10 dias, os navios retornam ao Porto para nova avaliação.

Nota de esclarecimento

Atracou no Porto de Imbituba, no último sábado (14), o navio Amaliya, para desembarque de arroz, vindo do Porto de Georgetown, na Guiana. Durante a inspeção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, foi verificada a existência de inseto vivo no navio, impedindo então o início da operação portuária. A embarcação está recebendo o devido tratamento fitossanitário e deve aguardar até que atenda as exigências do MAPA, condicionantes para autorização da operação de descarga. A SCPAR Porto de Imbituba esclarece que as medidas fitossanitárias determinadas pelo Ministério são padrão na importação de cargas de interesse agropecuário, e tem por objetivo proteger a agricultura brasileira do ingresso de espécies exóticas ao nosso ecossistema. Ressaltamos que o termo "contaminado" é inadequado, visto que remete a infecção ou doença e não há nenhuma informação a esse respeito. O tratamento fitossanitário é um procedimento padrão indicado pelo MAPA antes mesmo de haver o laudo laboratorial da análise do inseto.



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